Violência nas Escolas está sem controle.

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violencia nas escolas No dia de ontem uma professora foi agredida por uma aluna na cidade de Porto Alegre. Segundo reportagem do jornal Zero Hora a aluna diz que empurrou a professora que bateu com a cabeça na parede. A professora desmaiou e foi socorrida e encaminhada ao hospital onde foi constatado traumatismo craniano.

A professora continua hospitalizada para novos exames e para observação.

A aluna agressora será apresentada ao Ministério Público. A discussão teria sido motivada por indisciplina da aluna. A agressão ocorreu quando a professora foi até a sala de aula da estudante da 8ª série para buscá-la e levá-la à direção, após um desentendimento entre as duas. A adolescente alega ter sido ofendida e admite ter empurrado a professora.

Nos últimos tempos os casos de violência escolar estão em uma escala assustadora, tem casos de professor que é acusado de agredir alunos e de alunos agredindo professores, tanto física como moralmente.

Há ainda as brigas entre alunos de pouca idade e muita violência. Esses casos todos demonstram que o sistema educacional do Brasil está em crise, não há disciplina e os alunos já chegam à escola cheio de frustrações e querem descarregar nos colegas e professores. Diante de tanta indisciplina os professores, menos preparados, perdem o controle e tudo vira uma grande guerra onde ninguém sabe quem tem razão.

Nossos filhos não estão seguros, pois mesmo que sejam corretamente orientados podem sofrer algum tipo de violência na escola. Muitas vezes por motivos fúteis.

11 comentários:

  1. Catarino,

    A questão é que os alunos querem fazer na escola o que costumam fazer em casa. Com isso, trasformam a sala de aula num verdadeiro campo de guerra desrespeitando colegas e, principalmente, professores.

    Sei que apontar culpados é uma atitude simplória, mas a maioria dos casos de violência nas escolas são comprovadamente cometidos por alunos que não tem boa (ou nenhuma) base familiar. Eles não tem orientação dos pais.

    A educação deve começar em casa e continuar na escola.

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  2. Infelismente meu amigo Catarino, a onda de violência se tornou uma epidemia em todo o país, o aluno que tem como heroi o traficante do bairro onde mora, já que o traficante e os outros bandidos são os unicos que tem poder de compra e decisão, o medo das pessoas "comuns" honestas é o que mais gera essa impressão de poder, então para copiar e tentar se assemelhar a figura do heroi a criança toma atitudes semelhantes ou que julga ser a mais proxima, por outro lado temos professores despreparados, ganhando mal e estressados que muitas vezes para conseguir ter uma vida tranquila tem que trabalhar em 4/5 escolas. A geração de pais desses que estão hoje na escola, muitas vezes também não teve um preparo para se tornarem pais, para educarem os filhos, então transferem a responsábilidade para a escola, que esta sucateada e sem preparo estrutural para admitir tal responsábilidade.
    Nossa sociedade esta doente, temos uma carência enorme de politicos justos e honestos, de serviços publicos no mínimo dignos e de um norte seguro para que num futuro ainda tenhamos esperança e segurança de deixarmos nossos filhos em escolas decentes que os preparem para lidar com desafios intelectuais vida a fora.
    Obrigado Catarino este ponto é super delicado e temos tanto trabalho pela frente para podermos nos orgulhar (quem sabe um dia né?)
    abraço

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  3. No meu tempo de escola, e olha que não faz tanto tempo assim, nós tínhamos um respeito que beirava o medo, pois sabíamos que se desrespeitássemos os professores certamente seriamos punidos pela diretoria e nossos pais chamados.

    Hoje, nada disso acontece. Pelo contrário. Nas escolas públicas a coisa é mais grave e muitas vezes alunos vão pra escola armados, nas particulares ouve-se que o aluno é que paga os salários dos professores e por isso faz o que bem entende. O será do futuro do nosso futuro?

    Abraços

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  4. Olá Catarino

    Ainda ontem estive em uma reunião na escola de meu filho e pude perceber a preocupação do corpo administrativo, com as atitudes dos alunos. A violência começa de forma verbal e no final termina com agressão física. O que não pode é deixar acontecer. A reunião de ontem foi exatamente para cortar o mal pela raiz. Os alunos em idade de pre-adolescência, tendem a achar que já são adultos e, se não forem devidamente orientados, podem vir a tomar atitudes que vão prejudicar não só a escola e professores, mais a ele próprio. A participação dos pais é importantíssimas nesse caso. Notei que os pais de alguns alunos que são tidos como "bagunceiros", não compareceram à reunião. Assim fica difícil controlar a situação que pode chegar a extremos.

    Abraços

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  5. É Catarino, a coisa está fora de controle. Seja pública ou particular , a educação faliu e é preciso começar tudo outra vez.


    abraço

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  6. Olá meu amigo Catarino.
    Tem um selo "Olha que blog maneiro!" lhe esperando no Business de sucesso.
    Um Abraço do seu Amigo Guilherme Matheus.

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  7. Esse problema não é tão simples de ser avaliado, os professores não impõe respeito dos alunos, tanto moral quanto intelectual. O que vemos na escola pública é que a maioria dos professores não dá a devida importancia ao seus trabalhos e isso acaba refletindo nos alunos.

    No caso da versão da garota ser verdadeira, e ela ter sido realmente vítimad e discriminação racial, coisa que eu não duvido, ela reagiu do único modo que ela viu que podia, ou seja, usando a violência.

    Isso é uma coisa muito preocupante, e que está se tornando cada vez mais frequênte, por isso merece mais atenção das autoridades competentes.

    Um abraço. Gostei muito do blog, faz tempo que não passava por aqui.

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  8. Quando recebi a nota do tema deste artigo, julguei, a princípio, que se tratava de uma notícia de Portugal.
    Aqui o governo está apostado na destruição da escola pública com as mais variadas medidas legislativas que permitem que a violência fique impune, com a desautorização dos professores.

    Nas verdade não podemos negar que somos povos irmãos.

    Aí no Brasil como cá em Portugal.

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  9. Vivemos em uma sociedade em que os valores encontram-se deteriorados. Onde o certo é o errado e o errado é o certo. São crianças e adolescentes que não sabem ouvir um não, isso porque possuem pais permissivos, ou seja, tudo permite que o filho(a) deseja ou faça. Uma vez minha aluna(13)mostrou-me um vídeo em seu celular na qual o seu namorado dormia em sua casa e, segundo ela, com a permissão de seu pai. Mas que ela jura de pés juntos que não aconteceu nada. Valores que os pais deveriam ensinar aos seus filhos, estão sendo despresados, tais como: amizade, carinho, amor respeito, cooperação, etc. Por outro lado a escola, como uma instituição de ensino,não poderá permanecer omissão diante de tanta violência dentro e fora de seus muros. Muitas escolas estão preocupadas na aplicação de conteúdos, mas esquecem o ser humano precisa estruturar seu caráter além de sua formação profissional. Nesse caso o que fazer então? Oras, é um problema de toda uma conjuntura social. Família, escola, igreja,...Todos demos dar nossa parcela de contribuição, a fim de, vivermos de forma mais harmoniosa.

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  10. Enviamos informações que são do seu interesse.
    Att.






    A RITLA (Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação/GDF, está realizando um Plano de Convivência Escolar na Rede Pública de Ensino. O projeto busca incentivar, em escolas de ensino fundamental e médio, processos de boa convivência e a prevenção de violências. Parte do processo foi a realização de pesquisa qualitativa e quantitativa, representativa de todos os alunos e professores da rede pública de ensino do DF, entre a 5a série do Ensino Fundamental e o 3o ano do Ensino Médio. A amostra pesquisada foi constituída por seis escolas por Diretoria Regional de Ensino - DRE (quatro de Ensino fundamental – séries finais – e duas de Ensino Médio). A pesquisa dedicou-se à realização de um diagnóstico sobre a convivência escolar, o que consistiu em investigar as relações sociais, os conflitos expressos e latentes no ambiente escolar, identificar as percepções de alunos, professores e do corpo técnico-pedagógico sobre o conflito e a violência, mapear os tipos de incidentes ocorridos, freqüência e gravidade dos mesmos.
    De junho a setembro de 2008 foram aplicados cerca de 10 mil questionários para alunos e 1300 para professores, em 84 escolas amostradas, além de terem sido realizadas entrevistas e grupos focais com alunos e professores.
    A iniciativa de desenvolver uma pesquisa sobre convivência escolar e violência nas escolas com a finalidade de embasar ações concretas, levada a cabo pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, é um empreendimento pioneiro no Brasil. Corresponde a uma etapa fundamental para compreender e retratar a realidade como passo importante na tentativa de estimular uma atmosfera não-violenta nas escolas e a criação do hábito do diálogo e da resolução de conflitos, contribuindo, assim, para a melhora da qualidade de ensino e de aprendizagem e evitando que problemas comuns ao cotidiano cresçam e se desdobrem em desfechos graves.
    A pesquisa dedicou-se à realização de um diagnóstico sobre a convivência escolar, o que consistiu em investigar as relações sociais, os conflitos expressos e latentes no ambiente escolar, identificar as percepções de alunos, professores e do corpo técnico-pedagógico sobre o conflito e a violência, mapear os tipos de incidentes ocorridos, freqüência e gravidade dos mesmos.
    O resultado final da pesquisa será apresentado em um livro a ser lançado ainda no mês de maio/2009.
    Neste âmbito, foram promovidos seminários intitulados Convivência Escolar: debatendo resultados e pensando alternativas, que ocorreram de outubro a dezembro de 2008 com o objetivo de sensibilização e aprofundamento do debate sobre violência e convivência escolar, a partir dos resultados iniciais do diagnóstico que integra o Plano de Convivência Escolar na Rede Pública de Ensino no DF. A devolução dos dados para diversos atores envolvidos na esfera da Educação e no cotidiano escolar constituiu-se em uma fase essencial no trabalho, tanto para divulgar e discutir as principais características do quadro de realidade das escolas quanto para identificar uma série de pontos que demandam maior atenção. Com resultado final da pesquisa novos seminários serão realizados.
    Entre as atividades previstas para 2009 podemos destacar o Curso Juventude, Diversidade e Convivência Escolar, com início em maio/2009. O curso será ministrado por especialistas nas temáticas, sendo organizado, monitorado e coordenado pela RITLA em parceria com a SEEDF. Visa formar um grupo de 640 professores e coordenadores das séries finais do Ensino Fundamental, estimulando-os na complexa discussão sobre violências nas escolas e instigando-os à reflexão aprofundada sobre o tema.
    Importantes temas serão tratados no curso como: violência e sociedade, juventude, família e escola, violência e discriminação no ambiente escolar, gênero e sexualidade na escola, convivência escolar, mediação, drogas e trafico no contexto escolar, gangues, adolescentes em conflito com a lei, entre outros. As discussões terão como produto final um projeto de intervenção social a fim de colaborar com a construção de uma boa convivência no contexto.

    Este curso busca colaborar com a construção de melhores relações no ambiente escolar, a fim de que a escola passe a ser um local de proteção e protegido e que todos os atores sociais possam discutir e dialogar sobre os fenômenos cotidianos que acontecem no contexto.

    Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana
    Red de Información Latinoamericana
    Latin American Technological Information Network

    SHIS QI.09, Conj.15, Casa 15 - Lago Sul
    Cep : 71625-150, Brasilia, DF
    Tel/fax: (55) 61 3248-3805 e 3248-5607
    www.ritla.net

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  11. na escola mouzinho da silveira uma jovem de 13 anos foi espancada com murros na cabeça, por 2 raparigas mais velhas 15 a 16 anos e que não eram colegas de turma da mesma (isto tudo dentro da escola nuns corredores escondidos que lá existem) e depois após isso, logo na outra hora seguinte um colega rapaz amigo destas que bateram na jovem de 13 anos, ele (rubem) colega de turma desta jovem à saida das aulas também às escondidas empurrou a jovem deu-lhe ponta pés e espetou-lhe um Valente MURRO NO OLHO ESQUERDO causou-lhe lesao na vista ela está de olho negro tem eritema e hematoma.
    Conclusão a sra. directora não sabe das causas concretas NEM TENTOU SABER JUNTO DA JOVEM FAZ COM QUE A MÃE DA VITIMA DE VIOLENÇIA, POR PARTE DOS JOVENS DENTRO DA ESCOLA QUE A MÃE ASSINA-SE O CASTIGO IMPOSTO PELA DIRECTORA À JOVEM, A MAE DA MESMA NAO SABE LER NEM ESCREVER, VEJAM SÓ E NEM TEVE DIREITO A EXIGIR EXPLICAÇOES POR TAL MONSTRUSIDADE DOS JOVENS!A JOVEM VITIMA VAI FAZER TRABALHOS ESTA 4ª FEIRA E A PROXIMA 4ª FEIRA CONCLUSÃO A DIRECT. DA ESCOLA NÃO SABE AO CERTO A CAUSA DAS VIOLENÇIAS MAS SOUBE PENALIZAR ESTA VITIMA!!!!ISTO ESTÁ ASSIM NESTA ESCOLA MOUZINHO DA SILVEIRA! A DIRECT. É MUITO PROPOTENTE NO FALAR AGRESSIVA E NÃO ACEITA PERGUNTAS NEM DÁ OPORTUNIDADES DE A LEZADA SE DEFENDER!!!!ISTO É QUE A SRA. MINISTRA DEVIA SABER! COMO PODE ESTA SRA. DIRECT. ESTAR Á FRENTE DA ESCOLA ONDE CASTIGA SEM SABER A CAUSA, OS FACTOS CONCRETOS?????BELA DIRECTORA!!!PACIÊNÇIA NÃO PODIA DE DEIXAR DE DIZER QUE NA ESCOLA MOUZINHO DA SILVEIRA A VIOLENÇIA SE RESOLVE SEM PALAVRAS E SEM OUVIR A LEZADA A VITIMA!!!PARABÉNS SRA. DIRT. FASCISTA!NÃO TENS MEIOS DE RESOLVER SEM SER DA FORMA QUE SABES???POIS TENS QUE ÍR APRENDER A SABER DIREITOS!!!CIVISMO!!!AGORA MAIS UMA VEZ SE VÊ QUE ÉS O QUE ÉS!!!SEMPRE FALARAM DE TI AQUI MAS AINDA ESTÁS AÍII NO POLEIRO !!!!BRUTA !!!que um dia um aluno te espete o MURRO NO OLHO QUE A BRUNA LEVOU !!!!E FIQUES DE OLHO PRETO E INCHADO E FIQUES COM DORES DE CABEÇA E COM VOMITOS TAL E QUEL COMO ESSA INFELIZ FICOU! E DEPOIS QUE O MINISTÉRIO TE PUNA A FAZER TRABALHITOS!!!PODE SER QUE ASSIM ENTENDAS O QUE É SER vitima de violençia!!!tenha vergonha!!!!

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