Humor. O homem no supermercado.

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Humor. O homem no supermercado.
Hoje em dia, as mulheres modernas utilizam várias facilidades para suprir os seus lares, e entre elas podemos citar: As tele-farmácias, tele-gás, tele-pizza e a mais usada entre as casadas: O tele-marido.

O serviço é muito simples e prático, bastando ligar ao seu esposo quando ele estiver voltando do trabalho, perguntar em que parte do caminho ele se encontra naquele momento (provavelmente em algum engarrafamento) e pedir-lhe que passe no mercado.

Uma vez feita à encomenda, vai o bom e cansado maridão efetuar as compras solicitadas. Um homem no mercado, sozinho, é um animal totalmente fora de seu ambiente natural. Ele fica com ares de perdido, sem saber o que exatamente procurar, e quando encontra ainda se atrapalha com as diversas marcas, tamanhos e tipos dos produtos ali expostos.

Nos bares nos saímos bem, nos postos de gasolina, clubes ou similares ficamos completamente à vontade, mas nos mercados os homens em geral padecem do “mal dá má escolha”, tudo que compramos acaba aos olhos da esposa sendo a mercadoria errada. Isto aos poucos vai minando nossa autoconfiança e transformando às idas aos mercados em verdadeiros tormentos.

A pior parte é quando chega a hora de comprar frutas e/ou verduras. Vejam a simplicidade com que as mulheres apalpam e escolhem sempre as melhores, mais saudáveis e suculentas delas, já o homem não tem esta facilidade. Por mais que verifiquemos qualquer hortifrutigranjeiro, sempre acabamos comprando de modo geral os que estão: ou maduros demais, ou verdes, ou estragados.

Outro problema no mercado é que muitos homens não conseguem se concentrar nas desinteressantes mercadorias, pois se distraem frente ao desfile das várias clientes charmosas, atendentes sorridentes, promouters deslumbrantes que acabam com qualquer chance de analise mais detalhada de qualquer produto.

Claro que existem homens comprometidos e extremamente fiéis, que para não cair na tentação de contemplar todas aquelas beldades (que não se sabe se estão sorrindo para eles, ou de sua situação simplória), tentam fixar sua atenção, por exemplo, nas cebolas.

Sentem a passagem daquelas musas ao seu lado, pedindo licença, sussurrando umas com as outras, e os homens firmes ali, compenetrados na escolha de suas cebolas. Já nem lembram mais se eram três unidades ou trezentas gramas. Por fim, acabam comprando mais de três quilos.

Finalmente terminam as compras, pagam as contas e seguem para seus lares, os olhos cheios de lágrimas, que por mais que tentem não conseguem sufocar. Não pense que o choro masculino é causado por alguma espécie de medo da esposa, ou pela tensão de final do dia, mas simplesmente por causa do cheiro insuportável dos vários quilos de cebola estragada que estão carregando no porta-malas do carro.

Por fim gostaria de fazer um apelo às mulheres, não torturem seus maridos mandando-os para os mercados sozinhos e indefesos. Vão vocês ora bolas. Senão começaremos também a mandá-las nas madeireiras e oficinas mecânicas, para vocês sentirem o gostinho de estar em um ambiente inadequado (?) ao universo feminino, ou talvez não... Pensando bem, melhor não mesmo, vai que a partir daí nos tornemos totalmente obsoletos. (P.S: há todos aqueles que acharam o texto machista e blá, blá, blá, apoio seus pontos de vista, suas críticas endereçadas ou não, e principalmente, também amo todos vocês).

O texto acima foi escrito por Antonio Brás Constante e concordo com a ideia do autor, pois me sinto perdido quando tenho que ir ao mercado diante da grande variedade de produtos e marcas. 

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3 comentários:

  1. Hoje eu fiquei super feliz quando um jovem amigo meu, 19 anos, disse que ajuda os pais indo ao mercado e ainda gosta de cozinhar. A namorada dele deve se sentir muito feliz por isso! Ou melhor, os pais dele devem ser pessoas fantasticas, souberam fazer um homem!

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  2. Olá amigo Catarino!
    Até não me importo em ir no supermercado, mas concordo com o texto no ponto em que tudo o que compramos acaba sendo ou marca errada, ou quantidade errada ou qqr coisa errada. :-) rsrs
    Forte abraço, Fernandez.

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  3. Bem amigo adoro ir ao super mercado só detesto são as filas.
    Abraços forte

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