Enxaqueca. Descoberto gene da dor.

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A enxaqueca atinge uma a cada cinco pessoas em todo o mundo. As pessoas atingidas por esse mal sofrem muito. Em vários casos, a dor de cabeça vem acompanhada de náusea e de sensibilidade à luz. Em outros, ela é precedida por um distúrbio sensorial conhecido como aura, identificado pela percepção de uma luz ou de um cheiro estranho.

Uma notícia recente da conta que cientistas da Universidade de Oxford (Reino Unido) e uma equipe canadense identificaram um gene, chamado Tesk, que controla a sensibilidade dos nervos da dor no cérebro, após estudar o DNA de 110 pessoas que sofrem de enxaqueca e seus familiares. Os cientistas descobriram que se este gene apresentar algum defeito pode ativar esses nervos e produzir as graves dores de cabeça da enxaqueca.

O achado, divulgado pela revista Nature Medicine, deve facilitar o desenvolvimento de medicamentos para combater a doença. Para quem sofre essa dor terrível toda a descoberta é muito importante e traz esperanças, pois o sofrimento é grande. Um medicamento específico seria um grande presente e esta descoberta oferece uma oportunidade real de combater a enxaqueca.

A enxaqueca é uma condição clínica configurada por vários graus de dores internas na cabeça. Por vezes uma dor no pescoço ou na zona cervical é também interpretada como enxaqueca. A enxaqueca resulta da pressão exercida por vasos sanguíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vasoconstritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.


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4 comentários:

  1. Catarino,
    espero sinceramente que logo exista maiores alternativas para quem sofre de enxaqueca; é muito ruim mesmo.
    abraçao

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  2. Sofro de enxaqueca, hoje muito menos do que alguns anos atrás. Acredito que uma das formas de evitar ter crises é observar seus próprios hábitos e conhecer seu próprio corpo, seu funcionamento e respeitando seus limites. Digo isso pq no meu caso consigo prever quase todas as crises. Qnto a alimentação, não posso ficar muito tempo sem comer, e se isso acontecer tomo muito cuidado com o que vou ingerir com o estômago vazio. Frituras e glutamato monossódico (principalmente do tempero do "miojo"), são venenos pra mim. Neste caso, um chá de boldo logo após comer ajuda com que a crise não aconteça. Qndo passo por situação de estresse, tensão... Já tomo chá e analgésico antes da crise começar. Também faço isto qndo meu corpo dá um sinal muito característico de início de crise: Meu campo de visão diminui, o ângulo de um dos lados em um dos olhos, fica embaçado... Basicamente é isso, espero ter ajudado alguém com estas informaçães. Hoje em dia passo meses sem crise. E as crises que tenho costumam ser muito fortes, com direito a muito enjôo e vômitos, até que meu estômago se esvazie por completo. O que me impede inclusive, de aproveitar o alívio do analgésico.
    Um abraço, Sú - Manaus.

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  3. Liliane(Sonhar e Ser) Agradeço sua participação.

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  4. Susley
    Agradeço sua participação, seu relato vai ajudar muitas pessoas sim.

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