O péssimo atendimento dos médicos nos postos de saúde em Porto Alegre.

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Crítica. O péssimo atendimento dos médicos nos postos de saúde em Porto Alegre.
A RBS, rede de TV aqui no RS, fez uma série de reportagens onde foi constatado que não havia médicos na maioria dos postos de saúde de Porto Alegre. Essa situação não é muito diferente nas outras cidades. Essa falta de médico ocorre por falta de cumprimento de horário, muitos deixam seus locais de trabalho antes do término do expediente.

Para resolver essa situação o atual prefeito de Porto Alegre resolveu criar um Instituto Municipal que irá administrar os postos de saúde do município. O instituto criado será de direito privado e com isso os profissionais contratados serão regidos pela CLT e não serão mais servidores públicos com estabilidade. Esse fato irá proporcionar que as faltas, atrasos e saídas antecipadas sejam descontadas do salário do profissional, coisa que não ocorre com os servidores públicos.

Antes da aprovação foi grande a polêmica, pois o sindicato dos médicos queria manter as contratações feitas por concurso, sendo justamente isso o que o prefeito queria alterar. O projeto foi a votação na Câmara Municipal e foi aprovada. Essa vitória do prefeito irá estimular outras prefeituras a também tomarem o mesmo caminho, acabando com o sistema atual que é totalmente ineficiente. A notícia foi publicada pelo site do jornal Zero Hora cujo teor transcrevo abaixo.

A criação do Instituto Municipal Estratégia de Saúde da Família (Imesf) foi aprovada por 26 votos a favor e 10 contra no início da madrugada desta terça-feira na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. A votação ocorreu em sessão que durou mais de 10 horas e foi marcada por discussões e debates acalorados.

O projeto de lei do Executivo que propõe o Instituto tramitava no Legislativo desde o final do ano passado. Conforme a proposta, que começou a ser avaliada pelo plenário da Câmara em 13 de dezembro, o Imesf será uma fundação pública de direito privado com o objetivo de operar uma rede integrada e articulada de serviços de saúde.

A criação do Instituto colocou em lados opostos o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, e o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) por prever que a fundação pública contrate funcionários celetistas (sem estabilidade de emprego dos servidores públicos), por meio de concurso público. A entidade defendia que os novos funcionários fossem estatutários, ou seja, vinculados à administração direta.

Na proposta apresentada por Fortunati está a contratação de 1.386 funcionários e a criação de quatro cargos em comissão, sendo que um deles é a presidência do Instituto, que será de responsabilidade do secretário da Saúde. A previsão é de ampliação do Programa de Saúde da Família (PSF) de 86 para 140 equipes na primeira fase. A ideia é que, em 2012, Porto Alegre conte com 200 unidades do programa.


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2 comentários:

  1. Saudações!
    Amigo:
    Quem sabe o senhor José Fortunati acertou o alvo? De repente tomara. Ao menos ele fez na esperança de se resolver um problema que se arrasta a décadas.
    Parabéns pela excelente matéria!
    Abraços,
    LISON COSTA.

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  2. O Prefeito Fortunatti está de parabéns!!!

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